Novo Fire TV Stick 4K: o que mudou, o que PIOROU e se vale a pena trocar | Tech No Lógico

Novo Fire TV Stick 4K: o que mudou, e o que piorou

O novo Fire TV Stick 4K de 3ª geração chegou com design novo, controle novo e até um sistema operacional diferente. Parece um baita upgrade, mas, na minha opinião, ele trouxe mais pontos negativos do que positivos. E tudo isso por um preço de pré-venda de R$ 579, praticamente o mesmo que a geração passada custava quando chegou.

Na ficha técnica, ele tem processador de 1,7 GHz, 8 GB de armazenamento, Wi-Fi 6 e Bluetooth 5.3. A pré-venda já está aberta no site da Amazon, com lançamento oficial previsto para o dia 26 de outubro. No vídeo, eu separo tudo em 3 acertos e 3 tropeços, e o último tropeço é o que mais pesa.

Os 3 acertos: energia pela TV, USB-C e controle novo

O acerto que mais me agradou: agora ele liga direto na USB da TV. Nas versões 4K anteriores, o Fire TV não funcionava sem uma fonte na tomada. Quem já teve um sabe como era chato gastar uma tomada extra só pra ele. Junto com isso veio, finalmente, o USB-C, uma mudança que demorou anos para acontecer.

O terceiro acerto é o controle, que ganhou visual novo, um botão dedicado do YouTube e um botão personalizável com ícone de estrela. O botão da Alexa saiu do centro e foi para o canto superior direito.

Os 3 tropeços: extensor, Vega OS e o fim do Dolby Vision

O primeiro tropeço é o extensor HDMI, que agora é vendido à parte (o da Amazon custa R$ 169). É um item simples, mas faz falta para quem tem TV em suporte de parede.

O segundo é o mais polêmico: sai o Fire OS, baseado em Android, e entra o Vega OS, um sistema baseado em Linux e fechado pela Amazon. Os streamings do dia a dia continuam lá (Netflix, Prime Video, HBO Max, Disney+, Xbox), mas não dá mais para instalar apps que estejam fora da loja oficial.

E o terceiro, o que mais pesa: não tem Dolby Vision, só HDR10, HDR10+ e HLG. Se a sua TV é Samsung, você nem vai sentir. Mas se ela é LG, TCL, Philips ou qualquer outra com a certificação, a perda é grande, ainda mais pagando quase o mesmo preço de um modelo que tinha esse recurso.

No vídeo eu explico cada ponto com calma, mostro por que não troco o meu Fire TV 4K Max pelo novo e digo para quem a troca pode fazer sentido. Dá o play aí embaixo e depois me conta nos comentários: você trocaria o seu?

Assista direto no YouTube

Vinícius Sousa

Especialista em Engenharia de Computação e Arquitetura de Soluções, dedicado à análise técnica de hardware, software e tendências globais.

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